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domingo, 1 de setembro de 2013

A GRATIDÃO GERA ADORAÇÃO


A gratidão gera adoração 



Ser grato é demonstrar reconhecimento por favor recebido, mas nem sempre isto é comum, porque quase sempre o que observamos é ingratidão, óbvio, existem exceções  principalmente quando lemos a sagrada escritura, encontramos diversos casos que nos serve de exemplo, pessoas que tornaram-se adoradores porque souberam ser gratos. A história dos dez leprosos narrado no evangelho de Lucas cap. 17: 11-19. Onde todos procuraram Jesus buscando a cura da lepra, todos foram curados, no entanto, só um, agora ex-leproso voltou para agradecer "E um deles, vendo que estava são voltou glorificando a Deus em alta voz; e lançou-se aos seus pés" ( vs 15, 16 ). 

Ele reconheceu e foi grato pelo favor recebido, o resultado desta gratidão gerou adoração, quando ele lançou-se aos pés de Jesus. Creio que só existirá verdadeira adoração quando houver nos corações o sentimento de gratidão a Deus pelos seus feitos em nosso favor mesmo sem merecermos, para que isto aconteça, precisamos tomar alguma atitudes; Reconhecer os feitos de Deus no passado - o que não é muito comum nos dias atuais, muitos buscam a Deus desesperadamente nos momentos de necessidades, porém, depois que alcançam o favor dele em seu benefício, esquecem. 

A palavra de Deus mostra-nos que devemos sim, ser gratos pelo favor recebido, isso foi o que Davi fez e orientou o povo também a fazer quando trouxe a arca da aliança de volta a tenda "lembrai-vos das maravilhas que fez, de seus prodígios, e dos juízos da sua boca;" ( I Cr. 16: 12 ). Em outro texto encontramos um povo que retornava do cativeiro babilônico dizendo: "Grandes coisas fez o senhor por nós e por isso estamos alegres" ( Sl. 126: 3 ), em ambos os casos, percebemos a manifestação de gratidão ao reconhecerem os feitos de Deus, e por isso poderam adorar. Reconhecer o cuidado de Deus no presente - muitos não valorizam o tempo presente porque são ingratos para com Deus, acham que são suficientemente capazes para dispensarem o cuidado de Deus em seu favor, com isso, atribuem algumas conquistas a se próprio. Samuel nos dar o exemplo de gratidão, soube ser grato ao reconhecer o cuidado de Deus, fez questão de demonstrar isso quando enfrentou os filisteus e obteve vitória, tributou isso a Deus e como prova ergueu um altar entre Mizpá e Sem, e chamou "Ebenézer; porque até aqui nos ajudou o Senhor" ( I Sm. 7:12 ). Ebenézer significa pedra de ajuda. Portanto, não esqueçamos o cuidado de Deus em nosso favor, porque ele trabalha por aqueles que nele esperam. Lembremo-nos do que escreveu o profeta Isaías a respeito do cuidado de Deus por nós: " porque eu, o Senhor teu Deus, te tomo pela tua mão direita; e te digo: não temas, eu te ajudo" ( Is. 41:13 ). 

Reconhecer a direção de Deus para nosso futuro - quem realmente crer em Deus sabe que ele é fiel e cumpre seus propósitos em sua vida, mesmo que esteja passando circunstâncias adversas, crer. Jó em meio a todas as adversidades reconheceu que Deus estava na direção e tinha um futuro vitorioso para ele, ao ponto de dizer: " porque eu sei que o meu redentor vive, e por fim se levantará em meu favor " ( Jó 19: 25 ), Prosseguiu firme reconhecendo que Deus era com ele, e crendo que o melhor de Deus para sua vida ainda estava por vir. " E assim abençoou o Senhor o último estado de Jó, mas do que o primeir
o " ( Jó 42:12 ). 

Enquanto para muitos o futuro traz incertezas e inseguranças, nós temos a garantia na palavra do Senhor, o salmo 48 traz com eficácia tremenda um grande reconhecimento da direção de Deus para o nosso futuro, o salmista expressa-se sobre isto da seguinte maneira: " porque este Deus é nosso Deus para sempre; ele será nosso guia até a eternidade" ( Sl. 48: 14 ). Podemos concluir que só os corações gratos a Deus desenvolvem estas atitudes, reconhecendo os feitos de Deus no passado, gozando do cuidado no presente, e assim, tendo certeza do futuro, então será gerado em nós o coração de verdadeiros adoradores que se prostram diante do pai que é digno de ser adorado. AMÉM! ( Pr Cicero)como perder barriga

Descendentes de Judas Iscariotes - Mt 26.48

Analisando minuciosamente a história da Igreja, desde os seus alvores, perceberemos que, entre muitos fiéis e conservadores de uma santa piedade, sempre houve aqueles que não amam a Palavra de Deus. Sempre houve o joio no meio do trigo! O bode no meio das ovelhas! A Bíblia Sagrada, ao falar dos grandes ícones de Deus na terra, exemplos de devoção, fé, obediência e persistência, também menciona péssimos exemplos de pessoas, dos quais, podemos exaurir preciosas lições para a vida cristã. Agora, vamos aprender com Judas Iscariotes.

Mateus descreve a condição espiritual deste apóstolo em poucas palavras: "E o que O traía..." (Mt 26.48). O verbo "traía" encontra-se no pretérito perfeito. Significa que Judas traiu o Senhor não somente na hora em que ele O beijou; pelo contrário, esse ato já hávia dominado seu coração. Também não foi traidor desde o começo do seu ministério apostólico, pois, João, corrobora essa afirmação da seguinte forma: "... Judas Iscariotes... o que HAVIA de traí-Lo..." (Jo 12.4). Judas Iscariotes morreu, mas os seus descedentes espirituais ainda estão por aí, providos das mesmas qualidades que ele tivera ao vender o seu Senhor. Segundo as Escrituras, ele era:

1) Infiel: Então, um dos seus discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os principais dos sacerdotes, e disse: que me quereis dar, e eu vô-lo entregarei? E eles lhe pesaram trinta moedas de prata. E, desde então, buscava oportunidade para O entregar (Mt 26.14-16) - Judas desonrou o seu compromisso como servo menosprezando o seu Senhor; como obreiro, negociando o Dono da Obra e como apóstolo traindo aquEle que lhe fez a vocação. A falta de um fervoroso e constante compromisso com a Palavra constitui-se infidelidade ao Eterno; e o Senhor não Se agrada de quem é infiel para com Ele.

2) Ladrão: Vendo que Maria ungiu os pés de Jesus com unguento (Jo 12.3), externou Judas a sua insatisfação: por que não se vendeu este unguento por trezentos dinheiros e não se deu aos pobres? Ora, ele disse isto, não pelo cuidado que tivesse dos pobres, mas porque era ladrão, e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava (Jo 12.5,6) - A insensibilidade de Judas no que tange ao bem social tinha sua evidência no interesse exagerado pelo dinheiro (1 Tm 6.10). Seus descedentes também se manifestam desta forma. Não caiamos, porém, neste mau exemplo; mais do que nunca devemos nos portar com vigilância a fim de não sermos apanhados neste laço diabólico.

3) Hipócrita: Tendo Jesus dito isto, turbou-se em espírito, e afirmou, dizendo: na verdade, na verdade vos digo que um de vós me há de trair. Então os discípulos olhavam uns para os outros, SEM SABER DE QUEM ELE FALAVA" (Jo 13.21,22) - Em momento algum, os apóstolos puderam notar a dupla personalidade de Judas. Camuflado na hipocrisia, fez com que nenhum dos onze percebessem a sua real identidade. Porventura não são muitos os que procedem desta forma em nossos dias? Falsos, demonstrando temor do Senhor, mas não passa de um pervertido na Casa do Deus vivo! Deus tenha misericórdia dos tais!!!

Se quisermos, de fato, galgar as bem-aventuranças, devemos, então, guardar a Palavra de Deus (Sl 119.11), andar em "novidade de vida" (Rm 6.4) e fazer parte da geração que busca a face do Deus de Jacó (Sl 24.6). Traidores do Mestre jamais!!!

A Cruz Que Despreza o Ego

A Cruz Que Despreza o Ego


“Então, disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz, e siga-me” — (Mateus 16:24). Antes de desenvolver o tema deste verso, comentemos os seus termos. “Se alguém”: o dever imposto é para todos os que desejam se unir aos seguidores de Cristo e alistar sob a Sua bandeira. “Se alguém quer”: o grego é muito enfático, significando não somente o consentimento da vontade, mas o pleno propósito de coração, uma resolução determinada. “Vir após mim”: como um servo sujeito ao seu Mestre, um estudante ao seu Professor, um soldado ao seu Capitão. “Negue”: o grego significa “negar totalmente”. Negar a si mesmo: sua natureza pecaminosa e corrompida. “E tome”: não passivamente sofra ou suporte, mas assuma voluntariamente, adote ativamente. “Sua cruz”: que é desprezada pelo mundo, odiada pela carne, mas que é a marca distintiva de um cristão verdadeiro. “E siga-me”: viva como Cristo viveu — para a glória de Deus.

O contexto imediato é mais solene e impressionante. O Senhor Jesus tinha acabado de anunciar aos Seus apóstolos, pela primeira vez, a aproximação de Sua morte de humilhação (v. 21). Pedro se assustou, e disse, “Tem compaixão de Ti, Senhor” (v. 22). Isto expressou a política da mente carnal. O caminho do mundo é a procura para si mesmo e a defesa de si mesmo. “Tenha compaixão de ti” é a soma de sua filosofia. Mas a doutrina de Cristo não é “salva a ti mesmo”, mas sacrifica a ti mesmo. Cristo discerniu no conselho de Pedro uma tentação de Satanás (v. 23), e imediatamente a rejeitou. Então, voltando-se para Pedro, disse: Não somente “deve” o Cristo subir à Jerusalém e morrer, mas todo aquele que desejar ser um seguidor dEle, deve tomar sua cruz (v. 24). O “deve” é tão imperativo num caso como no outro. Mediatoriamente, a cruz de Cristo permanece sozinha; mas experiencialmente, ela é compartilhada por todos que entram na vida.

O que é um “cristão”? Alguém que sustenta membresia em alguma igreja terrena? Não. Alguém que crê num credo ortodoxo? Não. Alguém que adota um certo modo de conduta? Não. O que, então, é um cristão? Ele é alguém que renunciou a si mesmo e recebeu a Cristo Jesus como Senhor (Colossenses 2:6). Ele é alguém que toma o jugo de Cristo sobre si e aprende dEle que é “manso e humilde de coração”. Ele é alguém que foi “chamado à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor” (1 Coríntios 1:9): comunhão em Sua obediência e sofrimento agora, em Sua recompensa e glória no futuro sem fim. Não há tal coisa como pertencer a Cristo e viver para agradar a si mesmo. Não cometa engano neste ponto, “E qualquer que não tomar a sua cruz e não vier após mim não pode ser meu discípulo” (Lucas 14:27), disse Cristo. E novamente Ele declarou, “Mas aquele (ao invés de negar a si mesmo) que me negar diante dos homens (não “para” os homens: é conduta, o caminhar, que está aqui em vista), também eu o negarei diante de meu Pai, que está nos céus” (Mateus 10:33).

A vida cristã começa com um ato de auto-renúncia, e é continuada pela auto-mortificação (Romanos 8:13). A primeira pergunta de Saulo de Tarso, quando Cristo o apreendeu, foi, “Senhor, que queres que eu faça?”. A vida cristã é comparada com uma “corrida”, e o corredor é chamado para “deixar todo embaraço e o pecado que tão de perto nos assedia” (Hebreus 12:1), cujo “pecado” é o amor por si mesmo, o desejo e a determinação de ter o nosso “próprio caminho” (Isaías 53:6). O grande alvo, fim e tarefa posta diante do Cristão é seguir a Cristo — seguir o exemplo que Ele nos deixou (1 Pedro 2:21), e Ele “não agradou a si mesmo” (Romanos 15:3). E há dificuldades no caminho, obstáculos na estrada, dos quais o principal é o ego. Portanto, este deve ser “negado”. Este é o primeiro passo para se “seguir” a Cristo.

O que significa para um homem “negar a si mesmo” totalmente? Primeiro, isto significa a completa repudiação de sua própria bondade. Significa cessar de descansar sobre quaisquer obras nossas, para nos recomendar a Deus. Significa uma aceitação sem reservas do veredicto de Deus que “todas as nossas justiças [nossas melhores performances], são como trapo da imundícia” (Isaías 64:6). Foi neste ponto que Israel falhou: “Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus” (Romanos 10:3). Agora, contraste com a declaração de Paulo: “E seja achado nEle, não tendo justiça própria” (Filipenses 3:9).

Para um homem “negar a si mesmo” totalmente, deverá renunciar completamente sua própria sabedoria. Ninguém pode entrar no reino dos céus, a menos que tenha se tornado “como criança” (Mateus 18:3). “Ai dos que são sábios a seus próprios olhos e prudentes em seu próprio conceito!” (Isaías 5:21). “Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos” (Romanos 1:22). Quando o Espírito Santo aplica o Evangelho em poder numa alma, é para “destruir os conselhos e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo entendimento à obediência de Cristo” (2 Coríntios 10:5). Um moto sábio para o todo cristão adotar é “não te estribes no teu próprio entendimento” (Provérbios 3:5).

Para um homem “negar a si mesmo” totalmente, deverá renunciar completamente sua própria força. É “não confiar na carne” (Filipenses 3:3). É o coração se curvando à declaração positiva de Cristo: “Sem mim, nada podeis fazer” (João 15:5). Este é o ponto no qual Pedro falhou: (Mateus 26:33). “A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda” (Provérbios 16:18). Quão necessário é, então, que prestemos atenção à 1 Coríntios 10:12: “Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe que não caia”! O segredo da força espiritual reside em reconhecer nossa fraqueza pessoal: (veja Isaías 40:29; 2 Crônicas 12:9). Então, “fortifiquemo-nos na graça que há em Cristo Jesus” (2 Timóteo 2:1).

Para um homem “negar a si mesmo” totalmente, deverá renunciar completamente sua própria vontade. A linguagem do não-salvo é, “Não queremos que este Homem reine sobre nós” (Lucas 19:14). A atitude do cristão é, “Para mim, o viver é Cristo” (Filipenses 1:21) — honrá-Lo, agradá-Lo, servi-Lo. Renunciar sua própria vontade significa atender à exortação de Filipenses 2:5, “Que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus”, o qual é definido nos versos que imediatamente seguem como de abnegação. É o reconhecimento prático de que “não sois de vós mesmos, porque fostes comprados por bom preço” (1 Coríntios 6:19,20). É dizer com Cristo, “Não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres” (Marcos 14:36).

Para um homem “negar a si mesmo” totalmente, deverá renunciar completamente suas luxúrias ou desejos carnais. “O ego do homem é um feixe de ídolos” (Thomas Manton, Puritano), e estes ídolos devem ser repudiados. Os não-cristãos são “amantes de si mesmos” (2 Timóteo 3:1); mas aquele que foi regenerado pelo Espírito diz com Jó, “Eis que sou vil” (40:4), “Eu me abomino” (42:6). Dos não-cristãos está escrito, “todos buscam o que é seu e não o que é de Cristo Jesus” (Filipenses 2:21); mas dos santos de Deus está registrado,“eles não amaram a sua vida até à morte” (Apocalipse 12:11). A graça de Deus está “ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente” (Tito 2:12).

Esta negação do ego que Cristo requer de todos os Seus seguidores deve ser universal. Não há nenhuma reserva, nenhuma exceção feita: “Nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências” (Romanos 13:14). Deve ser constante, não ocasional: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me” (Lucas 9:23). Deve ser espontânea, não forçada, realizada com satisfação, não relutantemente: “Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens” (Colossenses 3:23). Ó, quão impiamente o padrão que Deus colocou diante de nós tem sido rebaixado! Como isso condena a vida acomodada, agradável à carne e mundana de tantos que professam (mas, de maneira vã) que eles são “cristãos”!

“E tome a sua cruz”. Isto se refere não à cruz como um objeto de fé, mas como uma experiência na alma. Os benefícios legais do Calvário são recebidos através do crer, quando a culpa do pecado é cancelada, mas as virtudes experimentais da Cruz de Cristo são somente desfrutadas à medida que somos, de um modo prático, “conformados com a Sua morte” (Filipeneses 3:10). É somente à medida que realmente aplicamos a cruz às nossas vidas diárias, regulamos nossa conduta pelos seus princípios, que ela se torna eficaz sobre o poder do pecado que habita em nós. Não pode haver ressurreição onde não há morte, e não pode haver andar prático “em novidade de vida” até que “carreguemos no corpo o morrer do Senhor Jesus” (2 Coríntios 4:10). A “cruz” é o sinal, a evidência, do discipulado cristão. É sua “cruz”, e não o seu credo, que distingue um verdadeiro seguidor de Cristo do mundano religioso.

Agora, no Novo Testamento a “cruz” tem o significado de realidades definidas. Primeiro, ela expressa o ódio do mundo. O Filho de Deus veio aqui não para julgar, mas par salvar; não para punir, mas para redimir. Ele veio aqui “cheio de graça e verdade”. Ele sempre esteve à disposição dos outros: ministrando aos necessitados, alimentando os famintos, curando os enfermos, libertando os possessos pelo demônio, ressuscitando os mortos. Ele era cheio de compaixão: gentil como um cordeiro; inteiramente sem pecado. Ele trouxe com Ele felizes notícias de grande alegria. Ele procurou os perdidos, pregou aos pobres, todavia, não desdenhou dos ricos; Ele perdoou pecadores. E, como Ele foi recebido? Que tipo de recepção os homens Lhe deram? Eles O “desprezaram e rejeitaram” (Isaías 53:3). Ele declarou, “Eles Me odeiam sem uma causa” (João 15:25). Eles tiveram sede de Seu sangue. Nenhuma morte ordinária os apaziguaria. Eles demandaram que Ele deveria ser crucificado. A Cruz, então, foi a manifestação do ódio inveterado do mundo pelo Cristo de Deus.

O mundo não mudou, não mais do que o etíope pode mudar sua pele ou o leopardo suas manchas. O mundo e Cristo ainda estão em aberto antagonismo. Por conseguinte, está escrito: “Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus” (Tiago 4:4). É impossível andar com Cristo e comungar com Ele, até que tenhamos nos separado do mundo. Andar com Cristo necessariamente envolve compartilhar Sua humilhação: “Saiamos, pois, a Ele, fora do arraial, levando o seu vitupério” (Hebreus 13:13). Isto foi o que Moisés fez (veja Hebreus 11:24-26). Quanto mais próximo eu andar de Cristo, mais eu serei mal-entendido (1 João 3:2), ridicularizado (Jó 12:4) e detestado pelo mundo (João 15:19). Não cometa engano aqui: é extremamente impossível continuar com o mundo e ter comunhão com o Santo Cristo. Portanto, “tomar” minha “cruz” significa, que eu deliberadamente convido a inimizade do mundo através da minha recusa em ser “conformado” a ele (Romanos 12:2). Mas, o que importa o olhar carrancudo do mundo, se estou desfrutando os sorrisos do Salvador?

Tomar minha “cruz” significa uma vida voluntariamente rendida a Deus. Como o ato dos homens ímpios, a morte de Cristo foi um assassinato; mas como o ato do próprio Cristo, foi um sacrifício voluntário, oferecendo a Si mesmo a Deus. Foi também um ato de obediência a Deus. Em João 10:18 Ele disse, “Ninguém a [Sua vida] tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou”. E por que Ele o fez? Suas próximas palavras nos dizem: “Este mandato recebi de meu Pai”. A cruz foi a suprema demonstração da obediência de Cristo. Nesta Ele foi o nosso Exemplo. Uma vez mais citamos Filipenses 2:5: “Que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus”. E nos versos seguintes nós vemos o Amado do Pai tomando a forma de um Servo, e tornando-Se “obediente até a morte, e morte de cruz”. Agora, a obediência de Cristo deve ser a obediência do cristão — voluntária, alegre, sem reservas, contínua. Se esta obediência envolve vergonha e sofrimento, acusação e perda, não devemos nos acovardar, mas por o nosso rosto “como um seixo” (Isaías 50:7). A cruz é mais do que o objeto da fé do cristão, ela é o sinal de discipulado, o princípio pelo qual sua vida deve ser regulada. A “cruz” significa rendição e dedicação a Deus: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Romanos 12:1).

A “cruz” significa serviço vicário e sofrimento. Cristo deu a Sua vida pelos outros, e Seus seguidores são chamados a estarem dispostos para fazerem o mesmo: “Devemos dar nossa vida pelos irmãos” (1 João 3:16). Esta é a lógica inevitável do Calvário. Somos chamados para seguir o exemplo de Cristo, para a companhia de Seus sofrimentos, e para ser participantes em Seu serviço. Assim como Cristo “a si mesmo se esvaziou” (Filipenses 2:7), assim devemos fazer. Assim como Ele “veio para servir, e não para ser servido” (Mateus 20:28), assim devemos ser. Assim como Ele “não agradou a si mesmo” (Romanos 15:3), assim devemos fazer. Assim como Ele lembrou dos outros, assim devemos lembrar: “Lembrai-vos dos encarcerados, como se presos com eles; dos que sofrem maus tratos, como se, com efeito, vós mesmos em pessoa fôsseis os maltratados” (Hebreus 13:3).

“Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á” (Mateus 16:25). Palavras quase idênticas a estas são encontradas novamente em Mateus 10:39. Marcos 8:35, Lucas 9:24; 17:33, João 12:25. Certamente, tal repetição mostra a profunda importância de notar e prestar atenção a este dito de Cristo. Ele morreu para que nós pudéssemos viver (João 12:24), e assim devemos fazer (João 12:25). Como Paulo, devemos ser capazes de dizer “Em nada tenho a minha vida por preciosa” (Atos 20:24). A “vida” que é vivida para a gratificação do ego neste mundo, está “perdida” para eternidade; a vida que é sacrificada para os interesses próprios e rendida a Cristo, será “achada” novamente, e preservada durante toda a eternidade.

Um jovem universitário graduado, com prospectos brilhantes, respondeu ao chamado de Cristo para uma vida de serviço a Ele na Índia, entre a casta mais baixa dos nativos. Seus amigos exclamaram: “Que tragédia! Uma vida lançada fora!” Sim, “perdida”, até onde diz respeito a este mundo, mas “achada” novamente no mundo porvir !

HISTÓRIA DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL


terça-feira, 26 de março de 2013

 

 

 Surgiu na Inglaterra, com o propósito de evangelizar crianças que ficavam sem atividade durante os serviços de domingo. Atualmente, esta atividade envolve os membros da congregação, em todas as faixas etárias e acontece em horário diverso ao serviço religioso. No Brasil, a maioria das comunidades adota a EBD matinal e os serviços religiosos vespertinos, mas algumas realizam a EBD horas antes do início dos cultos. Em países como EUA e na Inglaterra, todas as atividades dominicais acontecem durante a manhã.
                                          
                          
Robert Raikes
 

Robert Raikes , filho de Robert e Mary Raikes, foi quem originou o Movimento de Escola Dominical. Anglicano, Raikes foi batizado na infância na Igreja (Anglicana) de Santa Maria da Cripta e educado na Escola da Cripta, ambos na Rua Southgate, em Gloucester, e, mais tarde, na Escola dos Reis. Tornou-se aprendiz de Jornalismo com seu pai, dono do Diário de Gloucester. Quando seu pai faleceu, em 1757, Raikes assumiu a editoria do jornal, aumentando o tamanho do jornal e melhorando o layout.
Raikes se interessava pela reforma prisional inglesa, por causas das condições terríveis a que os presos eram submetidos. Certo dia, procurando um jardineiro na Rua Saint Catherine, no bairro de Sooty Alley, ele encontrou um grupo de crianças maltrapilhas brincando na rua. A esposa do jardineiro disse, então, que aos domingos a situação era pior, pois as crianças que trabalhavam nas fábricas, de segunda a sábado, durante horas muito longas, ficavam desocupadas nesse dia, quase abandonadas, passando o tempo brincando, brigando e aprendendo toda espécie de vícios. Elas extravasavam toda sorte de violência nesse dia. Essas crianças, constatou Raikes, estavam a um passo do mundo do crime e ele chegou a ver o destino de muitas delas, ao visitar as prisões de Gloucester.
Raikes resolveu estabelecer uma escola gratuita para esses meninos de rua. Então, Raikes contratou uma equipe de quatro mulheres no bairro para lecionar, recebendo um xelim e seis pence, cada uma. Com a ajuda do Rev. Thomas Stock, Ministro Anglicano, Raikes pôde logo associar cem crianças, de seis aos doze ou quatorze anos, nestas escolas dominicais. A primeira foi instalada na Rua Saint Catherine. Seu objetivo principal não era ensinar a Bíblia, mas alfabetizar os alunos e ministrar aulas de religião com o propósito de reformar a sociedade. O objetivo último era modificar-lhes o caráter usando os ensinamentos bíblicos.
Assim, a Escola Dominical nasceu como um instituto bíblico infantil, operando de forma independente das igrejas, alfabetizando e ensinando Bíblia às crianças carentes. Algumas crianças, a princípio, relutaram em vir para as escolas porque as suas roupas estavam tão rotas, mas Raikes providenciou tudo de que eles precisavam, inclusive banho e cabelos penteados.
As aulas começavam às 10 horas da manhã e iam até as duas da tarde, com lições de matemática, história e inglês, com um intervalo de uma hora para o almoço. Eles eram levados então à igreja para serem instruídos no catecismo até as 17:30 h. Recebiam pequenas recompensas, como livros, canetas, jogos, aqueles que tivessem dominado a lição ou aqueles cujo comportamento tivessem mostrado uma melhoria notável. Entrementes, recebiam castigo corporal aqueles de mau comportamento, como era do costume pedagógico da época.
Depois de um período experimental, Raikes divulgou suas ideia e os resultados em seu jornal, no dia 3 de Novembro de 1783, data em que se comemora, na Grã-Bretanha, o dia da Fundação da Escola Dominical. Esta experiência foi transcrita em outros jornais. Líderes religiosos tomaram conhecimento do movimento que se espalhava.
Em 1784, eram 250 mil alunos matriculados. A taxa de criminalidade de Gloucester caiu, com o advento das escolas dominicais de Raikes, de forma que em 1792 não houve um só caso julgado pela comarca de Gloucester.
  
John Wesley
 

John Wesley (1703-1791) também foi uma grande força por detrás da propagação do Movimento de Escola Dominical. Ele chegou a dizer que “encontro estas escolas aonde quer que eu vá”. Essa declaração foi publicada no Diário de Gloucester em julho de 1784. A Igreja Metodista da Inglaterra, fundada após sua morte, deve muito de seu fenomenal crescimento às Escolas Dominicais das Sociedades Metodistas da Igreja da Inglaterra, estabelecidas por Wesley, entre outros, na Inglaterra e nos Estados Unidos.

A Escola Dominical no Brasil
A Igreja Metodista trouxe a Escola Dominical para o Brasil. Em 1836, o Rev. Justin Spaulding organizou no Rio de Janeiro, entre estrangeiros, uma congregação com cerca de 40 pessoas e em junho abriu uma Escola Dominical com trinta alunos, dos quais alguns eram brasileiros, ensinados na sua própria língua.
Mas o espírito de Raikes, em criar um “instituto bíblico infantil”, somente surgiu dezenove anos mais tarde, através do casal de missionários escoceses independentes, Robert e Sarah Kalley. Eles são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram aquela que é considerada a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não foi grande: apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florescesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Evangélica Fluminense, marco da Igrejas Evangélicas Congregacionais no Brasil.
Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu - segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

http://adalferescosta7.blogspot.com.br/2013/04/a-familia-no-plano-de-deus.html

A FAMÍLIA NO PLANO DE DEUS

 

FAMÍLIA: PLANO DE DEUS PARA A HUMANIDADE
Deus é o Idealizador e o Criador do casamento e da família.
Uma família é formada pelo marido, esposa e filho (s), se eles tiverem. O casamento é uma gloriosa aliança de união entre um homem e uma mulher (Hb 13.4) que se tornam marido e esposa, aliança esta que estabelece deveres para ambos. Portanto, a família inicia-se no casamento.
 

O PRIMEIRO CASAMENTO DA HUMANIDADE
O casamento não é criação do homem, mas de Deus (Gn 2.18; Pv 18.22). É tanto que vemos, pela Palavra, que o primeiro casamento da humanidade foi o de Adão e Eva, o qual foi realizado pelo próprio Deus (Gn 2.21-24; Mt 19.4,5).
 

A ORDENANÇA DIVINA DE TER FILHOS
Após Deus ter criado Adão e Eva, Ele disse para eles terem filhos (Gn 1.27,28a).
Vemos com isso que a família (marido, esposa e filho [s] se tiverem) é plano original de Deus para a humanidade.

É PECADO NÃO SE CASAR, OU CASAR E NÃO QUERER FILHOS?
Não, pois mesmo que casamento e filho (s) seja o plano original de Deus para o homem (Pv18.22; Sl 127.3), pois Ele não obriga ninguém a essas coisas por respeitar o livre-arbítrio (vontade própria) de cada um (Mt 19.9-12; 1Co 7.28).

QUEM AMA SUA FAMÍLIA AMA A DEUS!
ESTUDE QUE NA PRÓXIMA SEMANA TEM MAIS.

Você esta procurando emprego?


http://www.60segundosparadeus.com.br/2012/11/voce-esta-procurando-emprego.html

Isaías 45
 
Para todos que estão a procura de um emprego e tem fé que deus pode todas as coisas eu recomendo que leiam o texto abaixo Isaias 45 e aonde esta o nome Ciro você coloca o seu nome e leia mas leia com fé e creia que o seu Deus pode todas as coisas, tenho certeza que Deus vai te abençoar e muito e vai sim abrir as portas do emprego para você, e depois  se você quiser contar seu testemunho aqui é só enviar para o blog que será postado aqui para que todos veja quão grande nosso Deus é.
 
 
Assim diz o SENHOR ao seu ungido, a "Ciro", a quem tomo pela mão direita, para abater as nações diante de sua face, e descingir os lombos dos reis, para abrir diante dele as portas, e as portas não se fecharão.
Eu irei adiante de ti, e endireitarei os caminhos tortuosos; quebrarei as portas de bronze, e despedaçarei os ferrolhos de ferro.
Dar-te-ei os tesouros escondidos, e as riquezas encobertas, para que saibas que eu sou o SENHOR, o Deus de Israel, que te chama pelo teu nome.
Por amor de meu servo Jacó, e de Israel, meu eleito, eu te chamei pelo teu nome, pus o teu sobrenome, ainda que não me conhecesses.
Eu sou o SENHOR, e não há outro; fora de mim não há Deus; eu te cingirei, ainda que tu não me conheças;
Para que se saiba desde o nascente do sol, e desde o poente, que fora de mim não há outro; eu sou o SENHOR, e não há outro.
Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu, o SENHOR, faço todas estas coisas.
 

 
Deus abençoe.
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Diante de Deus até a tristeza salta de alegria?


Quase sempre, quando vou ao templo cultuar, ouço pregadores afirmarem: "Irmãos, se alegrem, porque a Bíblia diz que diante de Deus até a tristeza salta de alegria!". Alguns cantores também, querendo motivar o auditório, dizem: "Deus está aqui, e a Sua Palavra diz que, diante Dele, até a tristeza tem que saltar de alegria!". Mas, a bem da verdade, a Bíblia não afirma nada disso. O suposto versículo não consta nas Páginas Sagradas. Por outro lado, vejo que muitos interpretam mal um versículo do livro de Jó.

Veja o que diz Jó 41.22: "No seu pescoço reside a força; diante dele até a tristeza salta de prazer." (Versão Almeida Revista e Corrigida). A quem se refere o pronome prepositivo dele? Será que se refere a Deus? Bem. Antes de responder a esta pergunta, vou transcrever o mesmo versículo, de acordo com a Versão Almeida Revista e Atualizada: "No seu pescoço reside a força; e diante dele salta o desespero." E agora? "Diante dele a tristeza salta de prazer (alegria)" ou "diante dele salta o desespero"? Parece confuso, haja vista prazer e desespero serem palavras antagônicas, não é mesmo? No entanto, não há qualquer confusão no texto bíblico.

Voltando um pouquinho atrás, vamos saber quem é o dele, mencionado no versículo em análise. Já posso lhe adiantar que não tem nada que ver com Deus. Dizer que "diante de Deus até a tristeza salta de alegria", usando o tal versículo como apoio, é um erro teológico. "Então o texto bíblico se refere ao quê (ou a quem), irmão Marcos, já que não se refere a Deus?", talvez você me pergunte. Antes de lhe responder, sugiro que leia os versículos anteriores, e posteriores, ao 22 do capítulo 41 de Jó.

Em Jó 40.6, Deus inicia um discurso (lembrando que se trata de uma descrição poética) com o patriarca, demonstrando o Seu Poder, e neste discurso, que prossegue até o final do capítulo 41, Deus menciona dois animais: o beemote (ou hipopótamo), um quadrúpede selvagem (Jó 40.15), e o leviatã, uma espécie de crocodilo, ou monstro aquático, que possuía escamas duras e pontudas (Jó 41.1,30,31). A quem então se refere o pronome dele? Claro está que se refere ao crocodilo, e não a Deus. Sendo assim, a expressão "diante dele salta o desespero" significa "diante do crocodilo salta o desespero". Na Versão Bíblia Viva Jó 41.22 está assim: "Com sua tremenda força concentrada em seu pescoço, o crocodilo espalha o medo por onde passa."

"Então quer dizer que está errado o versículo na Versão ARC (Almeida Revista e Corrigida) que diz que 'diante dele até a tristeza salta de prazer'?", alguém poderá indagar. Em sua obra Erros que os pregadores devem evitar (Editora CPAD, página 117), o pastor e escritor Ciro Sanches Zibordi responde esta questão:

[...] A explicação para esse erro de tradução encontra-se na exegese. Porém, note: não se trata de um erro na Palavra de Deus, e sim de uma falha do copista. Ora, em tempos remotos, todas as cópias eram feitas à mão. No hebraico, um pequeno sinal, quase imperceptível, é capaz de mudar completamente o sentido de uma palavra.

Se você tinha (ou tem) por costume citar Jó 41.22 para dizer que diante de Deus até a tristeza salta de alegria, a partir de hoje creio que você evitará dizer isso. Para você não ficar chateado comigo (risos), deixo um versículo que mostra que, na presença do Senhor, há alegrias de sobra: "Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente." (Sl 16.11).

O mau exemplo do pastor

O mau exemplo do pastor

     
         Certo pastor, que liderava uma igreja evangélica (não me pergunte qual), percebendo que a maioria de seus membros usava, no dia-a-dia, a expressão "ave-maria", chamou um diácono e disse-lhe:
       
         — A partir de hoje, observe, durante 15 dias, quantos crentes estão falando "ave-maria". Depois, me passe a soma total, para que eu possa me reunir com tais cristãos e ensiná-los que "ave-maria" é uma expressão que deve ser evitada pelos servos do Senhor.

        O diácono, cheio de energia, prontamente atendeu o pedido do pastor.

        Ao final dos 15 dias de observação, o pastor procurou o diácono, para que este lhe passasse a lista com os nomes dos crentes que estavam falando "ave-maria".


        — E aí, quantos irmãos estão na lista? — perguntou o pastor.


        O diácono respondeu:


        — Dos 150 membros de nossa igreja, 99 falam "ave-maria".


        Surpreso, o pastor exclamou:


        — Ave-maria!


        — São 100 pessoas agora! — finaliza o diácono.


Moral da história: Nunca exija bom exemplo das pessoas, se você não é capaz de dá-las o exemplo exigido.


A Bíblia concorda: Pastores, como o da ilustração supramencionada, e crentes, em geral, deveriam aprender com Jesus. Veja o que Ele disse: "Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também." (Jo 13.15). O apóstolo Paulo também adverte os servos de Deus: "Em tudo, te dá por exemplo de boas obras; na doutrina mostra incorrupção, gravidade, sinceridade, linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós." (Tt 2.7,8).
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"Se converta a Cristo e Ele mudará a sua vida!"

"Se converta a Cristo e Ele mudará a sua vida!"
         Em determinada cidade acontecia uma convenção nacional de líderes evangélicos. Pastores, missionários e evangelistas participavam da assembleia solene, no intuito de discutir ideias para o bem da Obra de Deus naquela cidade e região, bem como a nível de Brasil. Até que um pastor, não satisfeito com uma proposta da mesa, se levantou enraivecido e verberou contra o presidente. Este o mandou sentar e ficar quieto. Aquele pastor, irritado, saiu da reunião e partiu com o seu carro em alta velocidade.

      Transtornado, ele passou o semáforo fechado com o seu automóvel. Mas um guarda de trânsito viu a ação e o parou mais adiante. Aquele pastor, não querendo ouvir nada, disse àquele guarda:
   
      — Por que me parou? Se é para multar, multe logo!
   
      O guarda, que era cristão novo convertido, disse, pacientemente, ao furioso pastor:
   
      — Eu poderia e deveria lhe multar. Mas vou lhe dar apenas um conselho, embora eu seja novo na fé. Pode ser?
   
      — Diga rápido, que eu não tô a fim de ouvir conversa — respondeu o pastor.
   
      Então aquele guarda disse:
   
      — Procure uma igreja, se converta a Cristo e Ele mudará a sua vida!
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1) O tímido - Não a timidez como comportamento, mas o medroso, que teme se entregar a Cristo. Não tem coragem de dar um passo em direção ao Senhor Jesus. Pior, contamina outros que gostariam de fazê-lo.
 2) O auto-suficiente - Aquele que acha que pode tudo, que não precisa de Deus, que não precisa de salvação. Na sua arrogância passa pela vida só pensando em si, em satisfazer seu hedonismo. Descobre tarde que está perdido.
 3) O inconsequente - Não mede o efeito de suas atitudes. Quer apenas aproveitar cada momento da pior forma possível. Lança-se nos vícios e aprofunda-se no pecado. Prefere não pensar, antes de fazer. Vai de mal a pior.
 4) O indeciso - Ouve, compreende, mas sempre adia a decisão. É planejador por excelência, mas incapaz de colocar em prática seus planos. Sempre responde ao convite com um: vou pensar... O amanhã é seu sofá.
 5) O irresponsável - Vive aprontando e terceirizando a responsabilidade. Famoso por sua frase: quando eu morrer Deus faça de mim o que quiser. Nunca assume suas culpas, vive procurando sobre quem lançar seus problemas. 
http://admsemeandograca.blogspot.com.br/

O estado intermediário dos mortos ímpios


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Por Anthony Hoekema

O Novo Testamento diz bem pouco acerca da condição dos ímpios entre a morte e a ressurreição, uma vez que sua preocupação principal é com o futuro do povo de Deus. Conforme vimos, a parábola do homem rico e Lázaro retrata o homem rico sofrendo tormentos no Hades após a morte. Talvez, a passagem mais clara do Novo Testamento, que trata da condição do ímpio morto durante o estado intermediário, seja a de 2 Pedro 2.9: “O Senhor sabe como livrar os homem justos de provações e como reservar os injustos para o dia do juízo, enquanto continua sua punição” (NIV). Pedro vem expondo a severidade do julgamento divino sobre os anjos que pecaram, sobre o mundo antigo e sobre Sodoma e Gomorra. De acordo com o verso 4, Deus lança os anjos que pecaram no inferno (no grego,Tartarys), para serem guardados até o julgamento. No verso 9, Pedro está falando acerca dos homens injustos. A estes, diz ele, Deus sabe como guardar ou manter sob punição até o Dia do Juízo - literalmente, enquanto são punidos. A palavra grega utilizada aqui, kolazomenous, é a forma de particípio passivo presente no verbo kolazo, (=punir). O tempo presente do particípio transmite a idéia de que esta punição é contínua (note a tradução da NIV, citada acima). As palavras eis hemeran kriseos (=até o Dia do Juízo), nos revelam que o que é descrito aqui não é o castigo final dos ímpios, mas uma punição que precede o dia do juízo. Além disso, não pode ser sustentado que a punição aqui mencionada seja administrada somente nesta vida atual, uma vez que as palavras “até o dia do juízo” estendem claramente a punição até aquele dia. Esta passagem, portanto, confirma o que aprendemos na parábola do homem rico e Lázaro, e nos revela que os ímpios sofrem punição contínua (cuja natureza não nos é mais amplamente descrita aqui) entre a sua morte e o Dia do Juízo.

***

"Ele sabia assobiar muito bem!"



Conta-se que certo homem era odiado por todas as pessoas da pequena cidade onde morava. Ele brigava com todo mundo, xingava quem ao menos olhasse para ele, comprava e não pagava, as crianças, quando o viam, corriam com medo, pois ele costumava ameaçá-las... Enfim, ele não era visto com bons olhos pelos moradores daquela pacata cidade.

Passaram-se anos, e o tal homem veio a falecer. Para a surpresa da família, compareceram inúmeras pessoas ao velório daquele que era rejeitado por todos. Alguns foram prestar as condolências aos familiares e dar o último adeus àquele que fora odiado por tanta gente. Outros foram apenas comemorar a morte daquele pobre homem.

Porém, na cerimônia fúnebre, um homem experiente toma a palavra e diz: "Gente, devo dizer-lhe que o homem, cujo corpo está sendo velado nesse momento, foi uma pessoa odiada por todos os moradores dessa cidade. Ele fez muitas coisas más. Isso não se discute. Mas uma coisa ele fazia com muita habilidade..." Nessa hora houve enorme expectativa por parte dos presentes naquele lugar. Aí o senhor encerra o seu discurso: "Ele sabia assobiar muito bem!"


Moral da história: Não há ninguém tão mau que não possua habilidade em, no mínimo, uma coisa.
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