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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

VIDA ...




Pela vidraça úmida e fria, olhar vago
parece nem perceber o ambiente vazio
Apenas um ser na janela movia, solidão...
Da minha vidraça a neblina olhava,
Fria, solitária, lá fora jazia,
Folhas caídas ao chão,
Úmido, escuro e firme;
E rochoso ancorava o vento que soprava,
As flores balançavam e gotículas de água límpida e cristalina pela sua haste rolavam,
Suas pétalas suaves e molhadas da vidraça espelhavam,
Como diamantes coloridos, ouro e prata
Tudo no mesmo instante se transformava,
Uma luz suave surgia
Entre as folhas de árvores que com seus raios os espaços rasgavam
Firmes, Agudos, Atrevidos,
Cedo rompiam tentando dissipar as nuvens que o cobriam
Era manhã
Eu respirava...
Ah! A vida!
TEMPO DE COLHER
Toda semente pede tempo para germinar.
Assim também acontece nos domínios da alma.
Nunca devemos desistir de semear o bem, porque
os resultados não se façam imediatos aos nossos olhos.
Saibamos esperar com paciência.
No momento justo, as sementes que houvermos
lançado no solo dos corações haverão de produzir frutos.
Semeemos compreensão e alegria, paz e coragem, perdão e amor.
É da Lei que cada semente produza segundo a sua própria espécie.
Mais cedo ou mais tarde, a vida restituir-nos-á,
centuplicadamente, o que houvermos ofertado.
Prossigamos no trabalho pela felicidade daqueles que mais amamos,
aceitando-os como são na certeza de que eles saberão entender
e corresponder aos nossos zelos e atitudes, no tempo justo.